Movimento
Não Vou
Pagar Juros
Porque quem come a parcela antes de todo mundo é o juro. Ele não negocia, não espera e não dorme — e ninguém nunca ensinou a ordem certa pra tirar ele da mesa.
▼ Assista com o som ligado
É um movimento, não um conselho: são 4 passos, na ordem que funciona, pra parar de alimentar o juro e começar a derrubar o que se deve de verdade.
Entrar no movimento12x R$ 86,83 — acesso imediatoComeça sem pagar nada pro banco. Começa se organizando.
Nos últimos 4 anos, seguindo o manual prático de negociação. Sem advogado e sem processo judicial.









Esses são 9 de mais de 1.300 prints que chegam toda semana.
Ver todos os prints reais →E tem quem tenha gravado de cara limpa, em vídeo,
contando o que mudou:
Luciana · Sidnei · Thiago · Pâmela
Franciele · Igor · Wesley · Cida
Resultados variam de pessoa pra pessoa. Cada contrato é um caso.
Isso não é falta de esforço. Esforço tem de sobra. O que falta é a ordem certa — porque negociar antes de proteger a renda é entregar a mão pra quem já está com a faca.
Quatro passos. Nessa ordem. Trocar a ordem é o motivo de tanta gente tentar e voltar pra estaca zero.
Antes de qualquer conversa com banco, o que entra todo mês precisa estar protegido. É o passo que quase ninguém faz — e é justamente por isso que tanta gente negocia e vê a conta travar depois.
Negociação com base em regra escrita — Banco Central, Código de Defesa do Consumidor, Lei do Superendividamento. Com o canal certo, na hora certa, com o texto certo. Não é implorar desconto: é chegar sabendo o que pode ser exigido.
O cartão é onde o juro corre mais rápido no Brasil. Aqui entra a conta que mostra quanto daquela fatura é dívida de verdade e quanto é juro empilhado em cima de juro.
Por último — e é de propósito. Com a renda já segura, dá pra abrir cada contrato com calma e enxergar tudo que estava escondido lá dentro, sem pânico e sem pressa.
Contratar tudo isso separado passa de R$ 4.397. E mesmo assim não é esse o número que dói — o número que dói é o que o juro tira todo mês, em silêncio, há anos.
De R$ 4.397
Hoje, no último lote:
no cartão · ou à vista com desconto
Quero entrar agoraAcesso imediato · Compra seguraVagas com o valor atual antes do reajuste
15 dias: entrou, não gostou, devolvemos tudo. Sem discussão.
60 dias: quem seguir o método inteiro, do jeito que está escrito, e ainda assim não mudar nada na situação, recebe o dobro do que investiu de volta.
O risco é todo nosso.
Eu já devi dois milhões de reais no meu CPF. Sem renda nenhuma.
Eu sou contadora há mais de vinte anos. Sabia fazer planilha, sabia ler contrato, sabia tudo que se aprende em faculdade — e mesmo assim afundei. Então não venha achando que é burrice, preguiça ou falta de caráter. Não é.
O que eu vi nesse tempo foi pior que o número. Eu vi os meus pais adoecerem no meio disso. Eu vi infarto. E eu vi que ninguém tinha me contado a coisa mais simples de todas: que existe uma ordem certa pra fazer as coisas, e que fazer fora de ordem custa anos de vida.
Quem está lendo isso já tentou. Já cortou coisa que não devia. Já pediu ajuda pra quem não podia dar. Já aceitou acordo chorando no telefone. E continua pagando todo mês pra uma conta que não desce.
Eu não vou prometer nome limpo em uma semana, porque não existe. Eu prometo uma coisa só: a ordem certa, escrita, na mão — a mesma que eu usei pra sair, e que mais de onze mil pessoas usaram depois de mim.
— Nadia Pace
Nadia Pace é contadora há mais de 20 anos, especialista em negociação de dívidas de pessoa física e jurídica. Chegou a dever R$ 2 milhões no próprio CPF e saiu — construindo, no caminho, o método que hoje ensina.
Sim — a maior parte de quem entra está exatamente nessa situação. O método não exige nome limpo pra começar; ele começa protegendo o que entra todo mês.
O passo 4 existe pra isso: mapear tudo com calma, depois que a renda já está segura. Quanto mais espalhada a situação, mais faz diferença ter uma ordem escrita em vez de apagar incêndio.
Não. O primeiro passo não envolve pagar nada pra banco nenhum. Não se começa pagando — se começa se organizando.
Não, e não trabalhamos assim. Tudo é feito com base em regra escrita: Banco Central, Código de Defesa do Consumidor, Lei do Superendividamento. O que se ensina aqui é usar o direito que já existe — não fugir dele.
As aulas são gravadas e a plataforma libera passo a passo. Dá pra andar no ritmo de quem só tem meia hora à noite — vários fazem assim.
Na hora. Assim que o pagamento é confirmado, chega o e-mail com o acesso à plataforma.
Dupla. 15 dias pra desistir e receber tudo de volta. E 60 dias: quem seguiu o método inteiro e não mudou nada recebe o dobro do valor investido.
Sim, em até 12x no cartão. Ou à vista, com desconto.
Cada contrato é um caso — por isso existem os encontros ao vivo toda semana e o suporte. A dúvida do caso real é levada pra lá.